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2 de ago de 2013

Dever Sacerdotal

"
 Um bispo,sacerdote ou consagrado não pode se esquecer de quem O chamou ,mas sim sempre lembrar-se de onde veio !"
 
Papa Francisco






Acabei de ler um texto retirado da Jornada Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes e vou  partilhar uma parte dele com vocês...

Caríssimos irmãos no sacerdócio e amigos!..




Como sacerdotes, devemos nos preparar para guiar os outros fiéis rumo a um amadurecimento da fé. Sintamos que os primeiros a dever abrir mais os corações somos nós. Recordemos as palavras do Mestre no último dia da festa das Tendas, em Jerusalém: “Jesus ficou de pé e gritou: ‘Se alguém tem sede, venha a mim, e aquele que acredita em mim, beba. É como diz a Escritura: ‘Do seu seio jorrarão rios de água viva’.’ Jesus disse isso, referindo-se ao Espírito que deveriam receber os que acreditassem nele. De fato, ainda não havia Espírito, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado” (Jo 7,37-39). Também a partir do sacerdote, alter Christus, podem jorrar rios de água viva, na medida em que ele bebe com fé as palavras de Cristo, abrindo-se à ação do Espírito Santo. Da sua “abertura” a ser sinal de instrumento da graça divina depende, por fim, não só a santificação do povo confiado a ele, mas também o orgulho da sua identidade: “O sacerdote que sai pouco de si mesmo, que unge pouco – não digo ‘nada’, porque, graças a Deus, o povo nos rouba a unção –, perde o melhor do nosso povo, aquilo que é capaz de ativar a parte mais profunda do seu coração presbiteral. Quem não sai de si mesmo, em vez de ser mediador, torna-se pouco a pouco um intermediário, um gestor. A diferença é bem conhecida de todos: o intermediário e o gestor ‘já receberam a sua recompensa’. É que, não colocando em jogo a pele e o próprio coração, não recebem aquele agradecimento carinhoso que nasce do coração; e daqui deriva precisamente a insatisfação de alguns, que acabam por viver tristes, padres tristes, e transformados numa espécie de colecionadores de antiguidades ou então de novidades, em vez de serem pastores com o ‘cheiro das ovelhas’ – isto vo-lo peço: sede pastores com o ‘cheiro das ovelhas’, que se sinta este –, serem pastores no meio do seu rebanho, e pescadores de homens.” (Idem, Homilia da  S. Missa crismal, 28 de março de 2013).

Que a mensagem do Santo Padre toque o coração de todos aqueles que fizeram votos de fidelidade a Deus na sua Ordenação Sacerdotal.




Não devemos esquecer que o sacerdote representa um mediador entre Deus e os seres humano


Felizmente existem sacerdotes que não se esquecem quem os chamou ao sacerdócio e de onde vêm e fazem chegar até nós a palavra de Jesus com toda a simplicidade e humildade como Jesus gosta que ela seja praticada. Infelizmente também existem alguns Sacerdotes que já foram "grandes mestres"" e que se esqueceram de onde vieram e até com o tempo deixaram que o materialismo abafasse a humildade e simplicidade que traziam na bagagem...Como eu lamento...


MaryZéAlmeida













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