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16 de fev de 2014

Virgem Maria


Amanhece e ouço sinos badalando
convidando-me para a missa assistir,
pego o terço e pelas ruas vou rezando,
esse chamado não posso resistir.

Vejo no templo os olhos meigos de Maria,
a Virgem Santa que ilumina todo altar,
sinto na alma toda paz que Ela irradia,
emocionado me da vontade de chorar.

Amo-te tanto doce Virgem Imaculada,
que em Tuas mãos entreguei o meu destino,
Tu és a luz que ilumina minha estrada,
a companheira que não me deixa no caminho.

De joelhos te louvo e agradeço,
toda alegria que encontro ao meu redor,
por me concederes muito mais do que mereço,
porque acima do Teu, não existe amor maior.

A liturgia vai passando e vou seguindo,
implorando-te por um mundo de paz e luz,
porque Teu azul resplandece do infinito,
e Tu és mãe do sublime mestre Jesus,.

Ò Virgem Santa eu Te agradeço minha família,
pelos amigos perto de mim ou tão distantes,
que revigoram minha alma com carinho e energia,
oriente-me para que jamais os desaponte.

Virgem Maria faça de mim mensageiro da esperança,
que a tristeza não habite em mais ninguém,
perto de Ti sinto-me novamente uma criança,
beijo os Teus pés implorando-te... Amém !.

Virgem Maria,Rogai por nós
 Lusoe-pomas

9 de fev de 2014

Culpado ou Inocente


 Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
 Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.
 O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: o enforcamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
 O juiz, que também havia sido comprado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que este provasse sua inocência: - Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino - determinou o juiz. Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance de o acusado se livrar da forca. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz dobrou os dois papéis e os colocou sobre uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a armação do julgamento, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. - Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto? - É muito fácil - respondeu o homem - basta olhar o outro papel que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário. Imediatamente o homem foi liberado. 

 MORAL DA HISTORIA: Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que, para qualquer problema, há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir. 
Carlos Hilsdorf