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30 de mai de 2011


Senhor, 
 Quero ser uma criança nas Tuas mãos.
Sem maldade, inveja, hipocrisia, ódio ou  rancor, 
Senhor,
Só quero ser uma criança com um coração preenchido de amor.
Esse amor que vem de Ti e tudo  pode mover
Viver sem esse amor...não é viver
É apenas sobreviver...
...Não quero isso para mim!
M.J.MaryZéSilva.

26 de mai de 2011

* "As palavras de Jesus: 
Amem uns aos outros como eu vos amei não devem ser apenas uma luz para nós, mas uma chama que arda dentro de nós."

Madre Teresa de Calcutá  

...Assim seja!

19 de mai de 2011


Quando a vontade de olhar para trás é mais forte...  deixo de viver o presente e de sonhar com o futuro. Sinto os pés presos  à terra que  um dia Deus me convidou para estar em Sua companhia.
Esta terra em que cada um de nós tem o livre arbítrio de nela traçar a  felicidade...E o que fazemos nós?
Muitas vezes vivemos anos da nossa vida agarrados a pequenos " fantasmas "... esses, que nos fazem olhar para trás...em vez de olhar para a frente...
Não é só com você que isto acontece...
Também acontece comigo! Mas quando meus olhos se abrem contemplo a cruz de Cristo, meu alvo eterno...e assim vou tendo forças para ir seguindo em frente...
Que nossos olhos se abram, e  que seja na cruz de Cristo que eles procurem consolação. Que a luz do Seu sagrado coração se sobreponha a todos os fantasmas que teimam querer seguir connosco esta viagem e  não nos deixam alcançar  o rumo à  verdadeira felicidade.
MaryZéSilva.

16 de mai de 2011

...

 Dizem que sonhar nos mantém vivos mas nem sempre é assim...muitas vezes quando damos conta  existe uma parte de nós que já morreu.
Já tive sonhos que nunca  me abandonaram e que me mudaram as ideias; 
Hoje, limito-me a não sonhar, para as minhas ideias não enganar.
Assim vou caminhando, dia após dia, sem nada querer alcançar.
MaryZéSilva

9 de mai de 2011

Uma vida, duas vidas, um sorriso

 

Foi durante a guerra civil na Espanha. Antoine de Saint-Exupéry, o autor de O pequeno príncipe, foi lutar ao lado dos espanhóis que preservavam a democracia.

Certa feita, caiu nas mãos dos adversários. Foi preso e condenado à morte.
Na noite que precedia a sua execução, conta ele que foi despido de todos os seus haveres e jogado em uma cela miserável.
O guarda era muito jovem. Mas era um jovem que, por certo, já assassinara a muitos. Parecia não ter sentimentos. O semblante era frio.

Vigilante, ali estava e tinha ordens para atirar para matar, em caso de fuga.
Exupéry tentou uma conversa com o guarda, altas horas da madrugada. Afinal, eram suas últimas horas na face da Terra. De início, foi inútil. Contudo, quando o guarda se voltou para ele, ele sorriu.
Era um sorriso que misturava pavor e ansiedade. Mas um sorriso. Sorriu e perguntou de forma tímida:
Você é pai?
A resposta foi dada com um movimento de cabeça, afirmativo.
Eu também, falou o prisioneiro. Só que há uma enorme diferença entre nós dois. Amanhã, a esta hora eu terei sido assassinado. Você voltará para casa e irá abraçar seu filho.
Meus filhos não têm culpa da minha imprevidência. E, no entanto, não mais os abraçarei no corpo físico. Quando o dia amanhecer, eu morrerei.
Na hora em que você for abraçar o seu filho, fale-lhe de amor. Diga a ele: “Amo você. Você é a razão da minha vida.” Você é guarda. Você está ganhando dinheiro para manter a sua família, não é?
O guarda continuava parado, imóvel. Parecia um cadáver que respirava.
O prisioneiro concluiu: Então, leve a mensagem que eu não poderei dar ao meu filho.

As lágrimas jorraram dos olhos. Ele notou que o guarda também chorava. Parecia ter despertado do seu torpor. Não disse uma única palavra.
Tomou da chave mestra e abriu o cadeado externo. Com uma outra chave abriu a lingueta. Fez correr o metal enferrujado, abriu a porta da cela, deu-lhe um sinal.

O condenado à morte saiu apressado, depois correu, saindo da fortaleza.
O jovem soldado lhe apontou a direção das montanhas para que ele fugisse, deu-lhe as costas e voltou para dentro.
O carcereiro deu-lhe a vida e, com certeza, foi condenado por ter permitido que um prisioneiro fugisse.

Antoine de Saint-Exupéry retornou à França e escreveu uma página inesquecível: Uma vida, duas vidas, um sorriso.
* * *
Tantas vezes podemos sorrir e apresentamos a face fechada, indiferente.
Entretanto, as vozes da Imortalidade cantam. Deus canta em todo o Universo a glória do amor.
Sejamos nós aqueles que cantemos a doce melodia do amor, em todo lugar, nos corações.
Hoje mais do que ontem, agora mais do que na véspera quebremos todos os impedimentos para amar.

2 de mai de 2011

FILOSOFIA DO CAMELO

Uma camela e seu filhote estavam à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

– Mãe, mãe, posso lhe perguntar algumas coisas?

– Claro! O que está incomodando o meu filhote?

– Por que os camelos têm corcova?

– Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para
reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água!
– Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

– Filho, certamente elas são assim para nos permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas
eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um!

– Tá... Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.

– Meu filho, esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na
proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto!

– Ahhh! – concordou o camelinho.

– Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas
para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto.

– Isso mesmo, meu filho!

– Então... o que estamos fazendo nesse tal de zoológico?


MORAL DA HISTÓRIA:

Moral da história: “Habilidade, conhecimento, capacidade e experiência só são úteis se você estiver no lugar certo”.
Pense nisso.


Autor desconhecido